quarta-feira, 12 de junho de 2013

Revolver é Apreendido Dentro da FUNASE de Garanhuns

Segundo informações da Polícia Militar através do efetivo da ROCAM, após denuncias, funcionários da unidade realizavam uma revista, quando foi localizado debaixo do colchão da cama do interno, um revolver calibre 38, sem munição, capacidade para 06 tiros. Ao perceber que a arma ia ser localizada o interno que está cumprido medidas educativas por tentativa de homicídio na cidade Sanharó empreendeu fuga pulando o muro da FUNASE.

Policiais da ROCAM foram acionados e em uma ação rápida conseguiram deter o acusado nas imediações da BR-423, sentido Lajedo. André Luiz das Montanhas Nascimento, “Nêgo” de 18 anos, informou aos policiais que pretendia fugir para a casa de parentes na cidade de São Bento do Una. Apesar das denúncias e a arma ser encontrada debaixo do colchão da cama dele, o mesmo nega a posse da arma.

"Nêgo" foi encaminhado para a 1ª Delegacia de Polícia Civil e foi autuado por Porte Ilegal de Arma e conduzido à Cadeia Pública de Garanhuns.

6 comentários :

  1. Não tem jeito não, a Funase de Garanhuns é a recordista de Fugas.por favor senhor presidente da funase, senhor secretario, senhora juiza, senhor promotor, senhor governador socorra a população da boa vista e região.Como esplicar tanta fuga e agora até esconderijo de arma, agora pessoal do Agreste Violento de quem é a culpa? da visinhança? do governador?do estado? e a direção?

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  2. Vai morrer gente, depois é que vão correr atrás, do mesmo jeito que aconteceu na cadeia pública no ano de 1987 que morreu vários funcionários em uma rebelião, se acontecer novamente a culpa é tooooooda da justiça que não deixa os profissionais de segurança trabalharem em paz, todos os serviços que são feitos estão aquele grupo de fiscais vistoriando o serviço dos profissionais de segurança.

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  3. Promotor Alexandre Bezerra pedimos que o senhor tome providencia na bagunça que tá a funase garanhuns, um diretor que manda em duas funase, uma diretora que é de enfeite, pois quem manda é paulo pinto e os meninos fugindo toda hora dando trabalho a policia que prende para a funase dechar fugir, quando morre gente é que toma providencia.

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    1. Primeiramente, não há que se falar em Promotor Alexandre Bezerra, pois ele é promotor da cidadania e não da Infância e juventude, logo, caberia a Dra. Marinalva ou Dra. Mariana, tomarem as devidas providências.
      Segundo, não existe a possibilidade do Sr. Paulo Pinto, coordenador geral do CASE/GARANHUNS, "mandar", entenda-se, responder, por duas casas, se ele não possui autonomia para tanto, já que a CASEM/GARANHUNS funciona sob a coordenação da Dra Luciana Virginia, que diga-se de passagem, é bastante eficiente e diligente.
      No que concerne ao seu trabalho, este é desenvolvido com bastante afinco e no ímpeto de concretizar o que preconiza a Lei nº 8.069/90, seja: Contribuir de forma imediata para o processo de maturação/ressocialização dos adolescentes e jovens que se encontram institucionalizados.
      Quanto as fugas, infelizmente elas ocorrem sejam porque motivo for. É fato que a segurança no interior da unidade deve ser reforçado, entretanto, no caso desse artigo referente ao jovem André Luiz, até onde me foi informado, ele cumpre a medida socioeducativa de semiliberdade no CASEM e como o nome bem diz, eles estão em um sistema diferenciado, não estão privados totalmente da liberdade, além de só darem cumprimento a esta medida, os adolescentes e jovem que possuem perfil, caso contrário fogem.
      Sendo assim, não vamos ficarmos externando nossas ideias de forma aleatória sem o devido conhecimento sobre o assunto.
      #ficaadica!

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  4. A sociedade é quem paga - Jornal do Commercio (Do Litoral ao Sertão)
    23/03/13


    Um documento elaborado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) levanta uma grave denúncia: adolescentes internados para cumprir medida socioeducativa em unidade da Funase em Garanhuns, no Agreste, sofreram abuso sexual. Os crimes foram, conforme o dossiê, praticados por outros jovens mantidos no centro de atendimento, sob a tutela do Estado, que deve zelar e se responsabilizar pela integridade deles, independentemente de delitos que tenham cometido lá fora. Os promotores encaminharam o material e pediram punição de quem manda no local e, no mínimo, foi omisso ao permitir tais infrações. É mais um caso evidente de que é preciso, com urgência, mudar essa história de “ressocializar” jovens em grandes unidades, que copiam, na maioria das vezes, o formato dos presídios de adultos. Neles, funciona a máxima: o Estado finge que orienta o infrator, que finge que está recuperado. Nesse círculo vicioso, quem perde é a sociedade. Como sempre.

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